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POPULISMO
Como enganar o povo com propaganda falsa?
 

O Dicionário de Política não perdoa, define com clareza: populismo é uma doença. Ou seja, os fatores característicos do populismo são os equivalentes políticos aos sintomas que indicam doença nas pessoas: dores, febres, suores, náuseas, diarréia, falta de ar, prisão de ventre etc.


O padrão é universal. Em todos os tempos e em cada lugar do mundo o populismo assume cara diferente, mas consegue uma façanha essencial: ganhar eleições. Ao alcançar o poder democraticamente, porém, tomam conta de tudo e quando o povo percebe a esparrela em que caiu, já é tarde demais. Acabaram-se as eleições livres e o ditador tornou-se eterno. E para só citar dois, foi assim na Itália, com Mussolini (e seu fascismo), está sendo assim na Venezuela, com Chaves (e seu bolivarismo). Inventam uma doutrina fajuta, censuram, suprimem a liberdade, procuram satelizar outros paises, institucionalizam a corrupção, usam fardas vistosas, chapéus exóticos e falam, falam, falam.

 

Qualquer semelhança com políticos nacionais ou estrangeiros não é acidental.

 

Toda cabeça em quem se ajustar a carapuça é populista. Não tem erro.

Populismo é a prática política do populista, um tipo personalista, centralizador e que conquista a adesão popular com mentiras e truques que lhe permitem tomar o poder através de golpes e mesmo de eleições democráticas.

 

Só então, reconhece-se o populista, que passa pelo que não é e emprega todos os meios visando um único fim: chegar ao poder e mantê-lo. Para tanto, vale tudo: corrupção, violência, ilegalidade, alianças á esquerda ou à direita, até gestos generosos.

 

Costuma-se citar o peronismo, na Argentina, e o getulismo, no Brasil, como exemplos clássicos do populismo na América do Sul. No caso brasileiro, tudo começou em 1930, e o populismo getulista prometia a seguinte mágica (que empolgou os militares e as elites econômicas da época): eliminar o conflito social transformando o “povo” — que estava no limite da rebelião, pela crescente miséria, tanto que se temia que aderisse ao comunismo — em “massa” controlada pela propaganda e por falsos sindicatos.

 

Um arremedo tropical do fascismo italiano.

 

Como toda impostura populista, Getúlio foi derrubado em 1946 pelos mesmos militares que o apoiaram para implantação do Estado Novo, nove anos antes. O Pais passou a viver percalços institucionais, apesar de ter uma Constituição democrática em vigor. Até que surgiu JK, nos anos 50, e fez o país olhar para frente, esquecendo a pauta herdada do getulismo. Mas não durou muito esse tempo de esperança. Depois do equivoco Jânio Quadros e do fracasso João Goulart, o Brasil desembocou no retrocesso institucional dos governos militares.

 

Finalmente, em 1985, o Brasil despertou para a democracia com a criação da Nova República, liderada por Tancredo Neves e apoiado por líderes que hoje atuam nos DEMOCRATAS. Sob a Democracia, iniciou-se um tempo de renovadas esperanças, superou-se um impeachment presidencial e o País resiste a ondas de corrupção, incompetência, propaganda mentirosa e o oportunismo.

 

O DEMOCRATAS é diferentes. Pensa o que diz e cumpre no governo o que defende na oposição.

 

O que propõem o DEMOCRATAS:

 

1.

Combate ao populismo sob todas as suas formas, por considerá-lo contrário de democracia, negação da civilidade e da modernização.

   
2. Denunciar as práticas populistas, que se beneficiam da origem democrática do voto popular para impor seu caráter autoritário e absolutista — como o estabelecido na Venezuela pelo coronel golpista Hugo Chaves.
   
3. Partidos bem estruturados, com sólida base democrática e atuação firme junto ao povo, para desmascarar imposturas como foi caso do Fome Zero.
   
4. Combate as ONGs petistas que drenam dinheiro público para o bolso de aproveitadores.
   
5. Não se deve temer, pactuar ou deixar-se chantagear pelo cinismo das ações populistas, muito menos adotar seus métodos.
   
6. Denunciar o “aparelhamento” da administração pública e que consiste na ocupação e utilização partidária — prática adotada pelo PT — dos órgãos do governo como se fossem propriedade particular a serviço dos seus interesses e, frequentemente, de vantagens pessoais.


 
 
 
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