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RENOVAÇÃO
A juventude dos novos líderes é sinal de modernização
 

Um sopro de juventude renova a política mundial — Nicolas Sarkozy, na França; Ângela Merkel, na Alemanha; Gordon Brown (sucessor do excelente Tony Blair), na Inglaterra; o português José Manuel Durão Barroso, presidente da Comunidade Européia; José Maria Aznar, que governou a Espanha — indica uma tendência: homens e mulheres nascidos depois da Segunda Guerra Mundial entendem-se com mais facilidade entre si e trabalham sem preconceitos e animosidades anacrônicas ( como as radicalizações esquerda x direita, comunismo
x capitalismo) que não fazem mais sentido.

 

Sem trair suas origens e a própria História dos seus países, esses novos políticos mostram que a herança dos velhos partidos e o prestígio dos seus antecessores, longe de comprometê-los, estimula-os. O certo é que há esperança e confiança nesses paises entregues a jovens dirigentes, e não se fala de inexperiência, nem se reclama das inovações que eles trazem aos seus governos. Pelo contrário, todos festejam a renovação e celebram o fato auspicioso de que a política rejuvenesceu.

 

Exatamente o que os DEMOCRATAS estão fazendo no Brasil.

 

RENOVAÇÃO é a lei natural da humanidade e a garantia de que o futuro pode usufruir das experiências do passado, com os jovens assumindo progressivamente a liderança do País. Idade não é documento, mas quando um partido político transfere seu comando para novas gerações,(o Presidente Nacional dos Democratas, deputado Rodrigo Maia, tem 37 anos) há pelo menos uma indicação: suas idéias estão atualizadas e sintonizadas com as exigências naturais da juventude.

 

Sem traumas ou renúncias, mas pelo contrário, num gesto de grande ousadia, os mais velhos abrem espaço para os mais jovens e mudam de posição: de líderes passam a liderados e dão a cada dia demonstrações de fidelidade e apoio aos novos dirigentes partidários.

 

Este foi o primeiro sinal de vitalidade dos DEMOCRATAS e uma indicação de que surgia um partido diferente. O grupo de fundadores do partido (Bornhausen, Marco Maciel, José Jorge e outros valorosos lutadores) egresso da memorável façanha da redemocratização do Brasil, em 1985, com Tancredo Neves, mesmo se mantendo ativo e participante, passou a tocha a jovens líderes parlamentares — ainda na casa dos 30 e 40 anos — que assumiram a responsabilidade da condução da legenda.

 

Trata-se de um atrativo a mais: que outro partido, hoje, no Brasil, tem dirigentes mais jovens?

 

John Kennedy, o primeiro grande dirigente mundial nascido no século XX, ao se tornar o 35º Presidente dos Estados Unidos aos 44 anos (substituiu o velho general Eisenhower, já setentão, nascido no século XIX) abriu caminho para o reconhecimento de que a sabedoria política não é produto apenas da experiência, mas da preparação e dedicação dos jovens.

 

A liderança dos DEMOCRATAS está nas mãos da primeira geração de políticos brasileiros surgida depois do regime militar.

 

Tanto que os DEMOCRATAS podem proclamar: este é o partido de jovens e o que oferece mais e melhores oportunidades aos jovens, tendência mundial que está oxigenado a modernizando seus governos e parlamentos com inesperado sopro de renovação.

 

O que propõem o DEMOCRATAS:

 

1.

Recrutamento intensivo de jovens lideranças – nas escolas e universidades, nos sindicatos e empresas, nas artes e no jornalismo, nas comunidades carentes – para ocupar posições de liderança no partido e iniciar carreiras parlamentares, disputando desde já eleições.

   
2. Atualização permanente dos programas, prioridades, ritos, linguagem, comunicação e manifestações partidárias em atenção aos comportamentos e tendências da sociedade sob o impacto dos temas das novas gerações, especialmente as concepções de direitos civis.
   
3. Participação partidária nos debates abertos pela sociedade em quaisquer terrenos e que envolvam inovação, revisão de conceitos e práticas políticas, econômicas, sociais, especialmente em função de avanços e revisões científicas.
   
4. Abertura às discussões sobre revisões de conceitos, leis, práticas administrativas que corrijam injustiças ou preconceito relativas a raça, gênero, religião e manifestações culturais de qualquer tipo.
   
5. Utilizar a capacidade de percepção dos jovens como orientação para as políticas públicas de modernização, compreensão dos fenômenos da globalização, preservação do meio ambiente e a fraterna solidariedade entre os povos.


 
 
 
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